Design e conteúdo que constroem sua marca — sem cara de genérico.

Você aprova; a Dina cuida do resto. Ela propõe e cria no tom da sua marca, e a régua reprova o genérico — com motivo — antes de chegar até você. Sem tomar o seu tempo, nem o custo de uma agência.

Crítico validado às cegas contra a decisão de um diretor humano.
Aldina · design com julgamento
01 · Geração

A IA já consegue gerar em escala.

Peças entram rápido, em volume e com aparência correta. Mas quase todas carregam a mesma lógica de template.

02 · Julgamento

Sem uma régua, abundância vira ruído.

A Aldina avalia ideia, hierarquia e identidade. O que parece aceitável, mas não constrói marca, é reprovado.

03 · Transformação

Só então a peça merece existir.

O excesso sai de cena. A direção permanece — mais clara, mais própria e pronta para representar a marca.

A animação mostra várias peças genéricas entrando, sendo analisadas por uma régua de julgamento, reprovadas e removidas. Uma peça permanece, é transformada em uma composição editorial e recebe aprovação.

A proposta

O mercado se parte em dois. Sua marca fica no meio — sem ninguém pra servir.

De um lado, o genérico barato (Canva, ChatGPT na sua mão): rápido, mas some no feed. Do outro, a agência cara, que a sua verba não paga.

A Aldina entrega o piso que a IA crua não garante: peça acima do genérico, consistente na sua marca, e provada no A/B. Não é gerar mais uma imagem — é julgar qual vale a pena existir.

A fundação

A IA não inventa a sua marca. Ela trabalha sobre uma fundação — a parte que quase ninguém constrói.

Voz, narrativa, público, arquétipo, posicionamento, storytelling: o trabalho de branding sênior que dá alma à marca — e que nem agência premium costuma entregar, porque falta esse perfil nos squads. Aqui é o setup: cada peça nasce dessa fundação, e a régua reprova o que a trai. É daí que vem o não-genérico.

01

Voz da marca

Como ela fala: tom, palavras, o que nunca diria. O oposto de “texto de IA”.

02

Narrativa & Big Idea

A tese que a marca defende — não o slogan. O sentido por trás de cada peça.

03

Público de verdade (ICP)

Quem decide, o que teme, o que sonha — na voz dele, minerada, não no achismo.

04

Diferenciais

O que só a sua marca pode dizer — e por que acreditam.

05

Arquétipo & personalidade

O “quem” da marca e o universo que a torna reconhecível à distância.

06

Storytelling

A fundação virando ângulo, gancho e a peça que merece existir.

É a mesma fundação por trás da própria Aldina, da Make Talk e da C3Digital. No piloto, construída com o rigor de um sênior de 20 anos — e o que a Aldina está aprendendo a fazer em escala.

A entrega

Uma régua, aplicada a tudo que sua marca publica.

A Aldina não é serviço avulso, nem mais uma ferramenta que cospe post. É a mesma régua de julgamento em cada peça do seu negócio — o canal muda, o crivo permanece.

Conteúdo & Blog

Para busca e descoberta.

Artigos que respondem o que seu cliente procura — no tom da sua marca, não no do template. Cada um passa pela régua antes de publicar.

Criativos de Anúncios

Para disputar atenção.

A régua que reprova o genérico aplicada ao que você paga pra mostrar — e colocado à prova no A/B, não no gosto. A diferença é medida em clique, não em achismo.

Sites & Landing Pages

Para conversão.

Páginas com a cara da sua marca, feitas pra uma coisa: fazer quem chega dar o próximo passo. Sem aquele ar de template.

Email Marketing

Para relacionamento.

Sequências que lembram e trazem de volta quem já te conhece — sem virar spam, sempre na mesma voz de marca.

O canal muda. O crivo permanece. A mesma régua reprova o genérico em toda peça — consistente na sua marca, e colocada à prova no A/B, não no achismo.

Medição · SEO & GEO

Não basta publicar. Sua marca precisa aparecer — no Google e nas respostas de IA.

Seu cliente hoje pergunta pro ChatGPT, pro Gemini, pro Google. A Aldina acompanha como a busca e as IAs enxergam, citam e ranqueiam sua marca — puxando dados da Meta e do Google — e mostra a evolução no tempo, não no achismo.

Tudo num lugar só — sem dez abas abertas. Em vez de juntar Google, redes e IA na mão, você vê de um lugar só se a marca está subindo na busca e sendo citada pelas IAs — e o próximo passo, já apontado.

A prova, em uma imagem

Mesmo conteúdo. Outro julgamento.

A mesma marca, a mesma oferta, a mesma foto de briefing. O que muda não é verba — é quem decide o que vale a pena. À esquerda, o genérico de sempre. À direita, a mesma peça depois da régua.

Pet shop com Aldina Pet shop genérico
GenéricoCom Aldina
Tipografia intercambiável → coerente com a personalidade da marca. Deixa de parecer template de qualquer negócio.
Foco disperso → o pet no centro da cena. O olho para no que decide a compra: o animal.
Selo de desconto → sinal de cuidado. Fala com quem escolhe pet shop por confiança, não por preço.

Arraste pra comparar. Cada peça no tom do próprio negócio — não “arte premiada”, e sim a régua reprovando a mesmice. É o piso que a IA crua não garante.

Por dentro

Você conversa com a Dina. A régua cuida do resto.

Nada de caixa de texto vazia nem de IA genérica. Você fala com a Dina, que propõe e mantém sua marca — e por trás dela trabalha o crivo que decide o que merece existir.

A voz que atende

Dina

Conversa com você, lê seu negócio e propõe — dia, tema, formato, com o porquê. Você aprova ou redireciona; ela cuida do resto.

A régua que reprova

Subbia

O crivo que diz não ao genérico, com motivo. Não cria: remove o excesso até sobrar o que vale a pena — e explica por quê.

O traço que executa

Nanquim

A mão que dá forma à rota aprovada. Cada traço é decidido — a tinta que não aceita borracha.

Humano + IA

Por trás da régua, o olho de quem tem 20 anos de estrada.

A régua que reprova o genérico não é gosto de máquina. Ela carrega o julgamento de diretores e designers seniores — o profissional que a maioria das PMEs nunca pôde contratar. A Aldina é a ponte: esse critério, ao seu alcance, em cada peça.

01

O olho sênior rotula

Diretores com 20 anos de estrada marcam peça por peça: serve ao objetivo, ou é genérico? O critério é “serve pra quê”, nunca “eu gosto”.

02

A régua aprende o critério

A Subbia destila esse julgamento numa régua explícita e auditável — não caixa-preta. Você lê o motivo, não recebe um veredito mágico.

03

A IA aplica em escala

O que exigiria um sênior olhando uma a uma, a Aldina faz em toda peça — sem cansar e sem baixar a régua.

93%

das reprovações de um diretor humano a régua reproduziu, num teste às cegas de 31 peças. O olho sênior, dentro da máquina — não no lugar dela.

O que você ganha

Marketing que você não consegue sozinho no chat cru.

Você não precisa saber avaliar

O que chega até você já passou no crivo de um diretor. A régua julga por você — não o achismo de mais uma sessão de ChatGPT.

Sua marca, consistente no tempo

Não é uma peça solta por semana, cada uma de um jeito. É a mesma voz e a mesma cara, toda vez.

Acima do genérico — sempre

Nada de “parece feito no ChatGPT”. O crítico reprova, com motivo, o que sumiria no feed antes de chegar em você.

A prova é no número, não no gosto

A/B contra a peça genérica, mesma verba, mesmo público. A diferença não fica no achismo: é medida em clique, lead e conversão.

Por que funciona

Reprovar é só metade do trabalho.

Reprovado

Capa v1. Retângulo preto sobre imagem escura — a metáfora dramatiza o sujeito errado. Volta pra arte.

Aprovado

Capa v3. Cena mostra o depois, não o antes. Segue.

01

Você sabe por que algo não serve

Quando a régua reprova, ela separa o incômodo: ou o rumo está errado (volta à ideia, antes de você gastar) ou é só o traço (um ajuste objetivo). Você não fica no escuro — e some metade do retrabalho.

02

Você não começa do zero

A Dina abre com proposta — dia, tema, formato, com o porquê. Você aprova ou redireciona. Não precisa saber pedir, nem saber avaliar.

Sua marca tem o que defender.

As primeiras marcas a testar a Aldina entram por convite — e ajudam a afinar a régua.

Você entra na lista e recebe um convite quando o piloto abrir. Sem compromisso.

Pronto — você entrou na lista. Avisamos quando o piloto abrir.